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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/clients/client1/web2/web/wp-includes/functions.php on line 6114De acordo com o governo brasileiro, a defesa por uma transição democrática na Venezuela tem gerado desgaste. Diplomatas e assessores do Palácio do Planalto acreditam que o Acordo de Barbados, que prevê eleições limpas e democráticas, dificilmente será cumprido.
Uma situação preocupante foi denunciada pela filósofa Corina Yoris, opositora de Nicolás Maduro. Ela não conseguiu se registrar para disputar as eleições presidenciais na Venezuela. Segundo fontes próximas ao governo brasileiro, isso coloca o processo eleitoral sob suspeita e pode ser considerado um “caminho sem volta”. O prazo para inscrições terminou à meia-noite desta terça-feira (26).
Na tentativa de fazer o registro através da página do Conselho Nacional Eleitoral, assessores mostraram a impossibilidade de realizar o processo. Nas redes sociais, a ex-deputada María Corina Machado, que até sexta-feira (22) era a candidata da oposição ao pleito, afirmou que há uma manobra em andamento para impedir o registro de Corina Yoris.
Em 2023, María Corina recebeu 92% dos votos nas primárias da oposição. No entanto, em janeiro de 2024, o Tribunal Supremo da Venezuela confirmou a suspensão dos direitos políticos dela por 15 anos. O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado de Nicolás Maduro, pediu sua prisão por traição à pátria.
Enquanto a oposição ainda tenta registrar o nome de Corina Yoris, o atual presidente Nicolás Maduro foi confirmado como candidato da situação e teve sua candidatura registrada com sucesso.
Diplomatas acreditam que dificilmente o Acordo de Barbados será cumprido. Para eles, Maduro perde o discurso de que as eleições serão limpas e transparentes. No Planalto, a avaliação é de “desgaste” e “estafa”, diante das inúmeras tentativas de garantir um processo democrático na Venezuela, mesmo quando o governo venezuelano dava sinais contrários.
O assessor especial da presidência da República e ex-chanceler, Celso Amorim, conversou na semana passada com a oposição venezuelana e representantes da Noruega, país que mediou o Acordo de Barbados.
Apesar da preocupação manifestada nos bastidores, o Brasil não assinou um documento de países latino-americanos nesta segunda-feira (25), que critica a ausência de inscrição da candidata Corina Yoris nas eleições presidenciais. O comunicado foi assinado por Argentina, Costa Rica, Equador, Guatemala, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai.
Nicolás Maduro busca se reeleger para o terceiro mandato desde março de 2013. Em 2018, foi eleito com 67% dos votos em uma eleição marcada por denúncias de fraude e falta de transparência.
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