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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/clients/client1/web2/web/wp-includes/functions.php on line 6114O Copom, colegiado que reúne diretores e o presidente do Banco Central, anunciou na última semana a sexta redução seguida da taxa Selic, chegando a 10,75% ao ano – o menor patamar em dois anos.
Em comunicado divulgado após a reunião, o BC já havia mencionado a possibilidade de um novo corte de 0,5 ponto percentual na próxima reunião em maio. Porém, na ata divulgada nesta terça-feira (26), a instituição esclareceu que as “atualizações dos conjuntos de dados analisados serão particularmente importantes para definir o ritmo e a taxa terminal de juros”.
De acordo com pesquisa com mais de 100 instituições financeiras realizada na última semana, a projeção é que a taxa Selic encerre 2024 em 9% ao ano. Até o momento, os economistas dos bancos previam cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas três reuniões do Copom – em maio (para 10,25%), junho (para 9,75%) e julho (para 9,25%). No entanto, com as indicações do BC na ata divulgada hoje, essas projeções podem ser modificadas.
O Banco Central utiliza projeções para definir a taxa básica de juros e controlar a inflação. Se as estimativas estão alinhadas com as metas estabelecidas pelo sistema de metas de inflação, é possível reduzir os juros. Caso contrário, pode manter ou até mesmo aumentar a taxa.
Ao mirar nas metas de inflação deste ano e do primeiro e segundo semestre de 2025, o BC leva em consideração o fato de que as mudanças na taxa Selic demoram entre seis e 18 meses para terem impacto total na economia.
Na ata do Copom, divulgada hoje, o Banco Central afirmou que a extensão do ciclo de redução dos juros dependerá da evolução da dinâmica inflacionária. Além disso, reforçou seu compromisso com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante.
Sobre a atividade econômica, o BC avaliou que os dados divulgados “reforçam a percepção de um cenário marcado por resiliência”, mas não houve alteração significativa nas projeções de crescimento.
O Copom também citou elementos que estão mantendo a atividade econômica em um patamar positivo, como o maior apetite na oferta de crédito e a redução das taxas de juros. Além disso, destacou que há um cenário mais favorável para investimentos em 2024.
O Banco Central alertou ainda para o “esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal”, assim como o aumento do crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública, que podem elevar a taxa de juros neutra da economia.
Por fim, é importante ressaltar que o governo busca atingir a meta de zerar o déficit nas contas públicas neste ano. No entanto, especialistas e o mercado financeiro acreditam que esse objetivo é ambicioso e projetam um déficit fiscal de cerca de R$ 80 bilhões em 2024.
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